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You searched for subject:(Intellectual emancipation). Showing records 1 – 2 of 2 total matches.

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Universidade de Lisboa

1. Duarte, João André Ribeiro. Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research.

Degree: 2015, Universidade de Lisboa

Tese de mestrado, História e Filosofia da Ciência, Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2015

Podemos jogar ciência? Abordagens contemporâneas oferecem a possibilidade de participar na investigação científica. Muitas destas abordagens são feitas através duma gamificação da investigação científica usando a internet e ferramentas da Web 2.0, enquanto outras têm abordagens comunitárias que não estão dependentes do on-line. Como um trabalho de Filosofia da Ciência, este estudo preocupa-se sobre o significado de tal transformação. Isabelle Stengers é próxima à prática científica e sabe como o cientista é definido pelas suas paixões, por uma forma de se reportar ao mundo (Stengers 1993). No seu trabalho encontramos um ímpeto para re-inventar, re-enquadrar como as ciências se relacionam com a especialidade e a democracia. Será que estas abordagens participativas podem fazê-lo? Será que uma nova ciência está em movimento? Considerando as três ecologias de Félix Guattari, do nível mental, ao social, ao ambiental, ele considera que um valor maior se ganha abordando os diversos níveis de prática na sua singularidade (Guattari 1989). Neste estudo, um conjunto diverso de práticas participativas são investigadas, como os jogos de ciência cidadã Foldit e CosmoQuest e as redes de Do-It-Yourself biology e Nouveaux Commanditaires Sciences. Ciência cidadã on-line lida com desafios concretos apresentados à investigação científica e coloca novas questões científicas, contando com a contribuição cognitiva de cidadãos. Há uma quantidade enorme de informação e continua a aumentar. Este “conhecimentointensivo-em-informação” dá foco a inferências sintéticas, como o processo de fazer hipóteses, a abducção. Seguindo Charles Sanders Peirce, verificamos como o raciocínio abductivo construiu muitas perspectivas de interesse na epistemologia e filosofia da ciência. Seguindo cronologicamente o pensamento Peirciano, viajamos da fundação da retroducção nos silogismos aristotélicos até à sua aplicação numa lógica de ícones, em que as premissas se tornam em imagens. A partir da interacção com o ecrã onde a ciência é um jogo, a iconicidade dos elementos ganham relevo. Em segundo lugar, focando no conceito de experiência, tomamos a filosofia de John Dewey. Ele não tem a solidez lógica de Peirce, mas parece mais sistemático. Na interacção entre sujeito e natureza, o conhecimento torna-se instrumental. “Coisas na experiência” específicas servem como guias, como características que são sinais, índices de algo que prevalece na experiência. O que guia as inferências é parte da experiência do sujeito e envolve uma ligação entre a consciência e a natureza, que substancia uma ligação ao “universo completo”. O naturalismo empírico de Dewey faz um contraste interessante com o pensamento diagramático Peirciano.Para Dewey, qualquer esperança duma lógica da descoberta está perdida. Também o Pragmaticismo de Peirce não está preocupado com consequências práticas, como o Pragmatismo clássico. Em comum, sem dúvidas, está a importância dada à experiência.…

Advisors/Committee Members: Pombo, Olga, 1946-.

Subjects/Keywords: Citizen science; Abduction; Experience; Public sphere; Intellectual emancipation; Teses de mestrado - 2015; Secção Autónoma de História e Filosofia da Ciência

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APA · Chicago · MLA · Vancouver · CSE | Export to Zotero / EndNote / Reference Manager

APA (6th Edition):

Duarte, J. A. R. (2015). Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research. (Thesis). Universidade de Lisboa. Retrieved from http://www.rcaap.pt/detail.jsp?id=oai:repositorio.ul.pt:10451/22311

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Duarte, João André Ribeiro. “Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research.” 2015. Thesis, Universidade de Lisboa. Accessed January 20, 2020. http://www.rcaap.pt/detail.jsp?id=oai:repositorio.ul.pt:10451/22311.

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MLA Handbook (7th Edition):

Duarte, João André Ribeiro. “Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research.” 2015. Web. 20 Jan 2020.

Vancouver:

Duarte JAR. Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research. [Internet] [Thesis]. Universidade de Lisboa; 2015. [cited 2020 Jan 20]. Available from: http://www.rcaap.pt/detail.jsp?id=oai:repositorio.ul.pt:10451/22311.

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Council of Science Editors:

Duarte JAR. Can we play science?: philosophical perspectives on participation in science research. [Thesis]. Universidade de Lisboa; 2015. Available from: http://www.rcaap.pt/detail.jsp?id=oai:repositorio.ul.pt:10451/22311

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Penn State University

2. Thomas, Danielle Kristen. ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION.

Degree: MS, Art Education, 2008, Penn State University

What kind of abilities does one need to have in order to make art? Though I was not raised explicitly in the visual arts, I’ve watched those around me engage in daily activities with particular awareness and sensitivity. Throughout my years working with non-art majors at Penn State University, and reflecting on my own Art Educational and other notable experiences, I have become interested in how people define art, and how the general population feels about engaging with and making art. Essentially, the non-major course, Art 100, is a collage of multi-media, multi-modal experiences; it addresses Contemporary Art issues and making, as well as how these practices relate to everyday life. The Art 100 students were generally interested in learning about and making art, but they didn’t consider themselves artmakers or “artists.” I wondered what benefits a non-major might gain from taking an Art class with a studio component. And what about a contemporary art studio class where no particular media or technical skill set is predetermined? Can anyone make art?

Subjects/Keywords: the everyday; collaboration; Awareness; sensitivity; artful experience; artful process; capability; john dewey; intellectual emancipation; art education; art; non-art majors; reggio emilia approach

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APA · Chicago · MLA · Vancouver · CSE | Export to Zotero / EndNote / Reference Manager

APA (6th Edition):

Thomas, D. K. (2008). ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION. (Masters Thesis). Penn State University. Retrieved from https://etda.libraries.psu.edu/catalog/9108

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Thomas, Danielle Kristen. “ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION.” 2008. Masters Thesis, Penn State University. Accessed January 20, 2020. https://etda.libraries.psu.edu/catalog/9108.

MLA Handbook (7th Edition):

Thomas, Danielle Kristen. “ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION.” 2008. Web. 20 Jan 2020.

Vancouver:

Thomas DK. ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION. [Internet] [Masters thesis]. Penn State University; 2008. [cited 2020 Jan 20]. Available from: https://etda.libraries.psu.edu/catalog/9108.

Council of Science Editors:

Thomas DK. ARTFUL AWARENESS: SEEING WITH INTENTION. [Masters Thesis]. Penn State University; 2008. Available from: https://etda.libraries.psu.edu/catalog/9108

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