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1. Narduzzi, Francesco. Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil.

Degree: PhD, Earth Sciences, 2018, Stellenbosch University

ENGLISH ABSTRACT: The Araçuaí orogen (SE Brazil) is one of the largest (350,000 km2) and long-lived (ca. 630 – 480 Ma) granitic province in the world. Its wide variety of granitoids recording mid- to lower crustal P - T conditions allow direct investigation of petrological processes occurring in the deepest part of the continental crust. This study investigates the field, textural, geochemical, geochronological and isotopic evolution of the pre-collisional Galiléia Batholith (ca. 15,000 km2) outcropping in the central part of the Araçuaí orogen. This weakly foliated Neoproterozoic (ca. 632–550 Ma), metaluminous to slightly metaluminous (ASI = 0.97–1.07), calc-alkaline granitoid body is characterized by the widespread occurrence of grossular-rich garnet and epidote. This is a rare mineral association in Cordilleran-I-type granitoids and of special petrogenetic significance. Field, petrographic, and mineral chemistry evidence indicate that garnet, epidote, biotite as well as white mica crystals (low-Si phengite), are magmatic. There is no difference in bulk rock major and trace element composition between the Galiléia and other garnet-free cordilleran-type granitoids worldwide. The uncommon garnet+epidote parageneses are related to the pressure, temperature and water content conditions of magma crystallization. Comparison with the mineral assemblages and mineral compositions obtained from crystallization experiments from garnet-bearing metaluminous calc-alkaline magmas, indicates that the supersolidus coexistence of grossular-rich garnet, epidote and white mica is consistent with crystallization at pressures greater than 0.8 GPa (above 25 km depth). This shows that the Galiléia batholith was assembled in the lower crust during the accretionary/collisional stages of the Neoproterozoic Brasiliano Orogeny. However, the lifetime of deep magma chambers and the duration of magmatic activity in them remains a puzzle, contrary to young upper crustal magmatic systems. Despite being homogeneous with respect to mineralogy/texture and major/trace elements, all samples from the central part of the batholith record extreme variability in U-Pb magmatic ages from ca. 630 to 555 Ma. Trace element geochemistry and Hf isotopes from the igneous zircons – here interpreted as autocrysts (ca. 555 – 560 Ma) and antecrysts (> 560 Ma) – are all consistent with an open-system crystallization, rather than a simple cooling following fractional crystallization at the level of magma emplacement. We interpret the age variability as the result of a long-lived, uninterrupted injection of compositionally similar magmas in the lower crust during the batholith assembling. These conditions kept the system above its solidus through the 80 Ma of zircon crystallization. Unradiogenic 176Hf/177Hf and 143Nd/144Nd isotopic values of the Galileía samples indicate no direct mixing with mantle-derived magmas. This explains the scarcity of mafic products in the region. Mineral textural, geochronological and isotopic similarities with… Advisors/Committee Members: Stevens, Gary, Farina, Federico, Lana, Cristiano de Carvalho, Nalini Jr., Herminio Arias, Stellenbosch University. Faculty of Science. Dept. of Earth Sciences..

Subjects/Keywords: Neoproterozoic  – Genesis and evolution; Granite rocks; Garnet-bearing; UCTD; UCTD

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APA (6th Edition):

Narduzzi, F. (2018). Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil. (Doctoral Dissertation). Stellenbosch University. Retrieved from http://hdl.handle.net/10019.1/105085

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Narduzzi, Francesco. “Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil.” 2018. Doctoral Dissertation, Stellenbosch University. Accessed February 28, 2020. http://hdl.handle.net/10019.1/105085.

MLA Handbook (7th Edition):

Narduzzi, Francesco. “Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil.” 2018. Web. 28 Feb 2020.

Vancouver:

Narduzzi F. Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil. [Internet] [Doctoral dissertation]. Stellenbosch University; 2018. [cited 2020 Feb 28]. Available from: http://hdl.handle.net/10019.1/105085.

Council of Science Editors:

Narduzzi F. Genesis and evolution of a Neoproterozoic magmatic arc: the cordilleran-type granitoids of the Araçuaí Belt, Brazil. [Doctoral Dissertation]. Stellenbosch University; 2018. Available from: http://hdl.handle.net/10019.1/105085


Universidade do Rio Grande do Sul

2. Silva, Rafael Fernandes e. O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS.

Degree: 2016, Universidade do Rio Grande do Sul

No SE do domínio oriental do Cinturão Dom Feliciano (CDF) o Granito Capão do Leão (GCL) ocorre como dois corpos, norte e sul, encaixados em rochas Pré-Cambrianas do Complexo Pinheiro Machado (CPM) e nos granitos Chasqueiro (GCH) e Arroio Grande (GAG). Os corpos do GCL, tanto o norte quanto o sul, possuem formas elípticas e ocupam áreas de, respectivamente, 200 km2 e 100 km2, apresentando orientação ENE-WSW, sendo dominantemente uma rocha maciça, a qual preserva suas características magmáticas. Zonas centimétricas a métricas de deformação dúctil, principalmente no corpo sul, são observadas gerando rochas miloníticas subverticais, apresentando plano de foliação com mergulho maior que 70° e direção NE-SW que podem refletir reativações da Zona de Cisalhamento Arroio Grande (ZCAG). Petrograficamente é um granito equigranular, médio a grosso, com textura hipidiomórfica predominante, de composição sieno a monzogranítica, apresentando, por vezes, cavidades miarolíticas centimétricas, as quais sugerem um posicionamento final em condições rasas (epizonal) e indicam a presença de fluidos até os estágios finais da cristalização, além de raros enclaves máficos, de composição micácea, os quais podem representar um material de origem mantélica fonte do granito, uma rocha encaixante fundida e assimilada pelo magma ou a ocorrência de uma mistura de magmas. Apresenta injeções centimétricas de veios ou bolsões tardios de aplitos. A assembleia mineral do GCL é constituída de quartzo, feldspato alcalino e plagioclásio do tipo albita. Como varietais ocorrem biotitas, dos tipos siderofilita e anita, granadas, com predomínio de membros finais em almandina e espessartina, e, subordinadamente, anfibólio cálcico do tipo ferro-pargasita. Seus minerais acessórios são apatita, titanita, zircão e opacos. O GCL é uma rocha de composição ácida, tem afinidade geoquímica subalcalina, metaluminosa a fracamente peraluminosa, com tendência cálcio-alcalina alto-K, apresentando elevados teores de SiO2, entre 71,60 e 75,95 %, teores de Al2O3 entre 11,00 e 15,00 %, teores em álcalis elevados, com valores de Na2O oscilando entre 1,76 à 4,61 % e 3,8 até 7,36 % para o K2O, baixos teores em CaO, MgO e MnO, menores que 1% e teores extremamente baixos de P2O5, menores que 0,03 %. A ocorrência de granada sugere um caráter altamente diferenciado, decorrente de longa cristalização fracionada. Os diagramas multielementares mostram enriquecimento em Rb, Pb, Th, U e K, e depleção nos elementos Ba, Nb, Sr, P, Eu e Ti , assim como enriquecimento de ETR leves em relação aos ETR pesados e acentuada anomalia negativa em Ba, Sr, Ti e Eu. O GCL apresenta características de magmatismo tipo-I, com alto fracionamento, de ambiente pós-colisional, apresentando padrões geoquímicos semelhantes ao GCH, os quais permitem correlacioná-los como líquidos segregados de uma mesma fonte, diferenciados por mecanismos petrológicos, tais como assimilação de material encaixante e cristalização fracionada. O líquido magmático dos granitos Capão do Leão, Chasqueiro e Arroio Grande, podem ter sua… Advisors/Committee Members: Koester, Edinei.

Subjects/Keywords: Geoquímica; I-type highly fractionated; Cinturão Dom Feliciano; Dom Feliciano belt; Granito; Arroio Grande shear zone; Garnet-bearing granite

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APA (6th Edition):

Silva, R. F. e. (2016). O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS. (Thesis). Universidade do Rio Grande do Sul. Retrieved from http://hdl.handle.net/10183/133640

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Silva, Rafael Fernandes e. “O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS.” 2016. Thesis, Universidade do Rio Grande do Sul. Accessed February 28, 2020. http://hdl.handle.net/10183/133640.

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MLA Handbook (7th Edition):

Silva, Rafael Fernandes e. “O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS.” 2016. Web. 28 Feb 2020.

Vancouver:

Silva RFe. O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS. [Internet] [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2016. [cited 2020 Feb 28]. Available from: http://hdl.handle.net/10183/133640.

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Council of Science Editors:

Silva RFe. O granito capão do leão: magmatismo Tipo-I altamente fracionado no sudeste do Cinturão Dom Feliciano, RS. [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2016. Available from: http://hdl.handle.net/10183/133640

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

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