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You searched for subject:(Ensaios de palheta). Showing records 1 – 2 of 2 total matches.

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Universidade do Rio Grande do Sul

1. Gauer, Emanuele Amanda. Efeitos de velocidade em ensaios de palheta.

Degree: 2015, Universidade do Rio Grande do Sul

Os ensaios de palheta são frequentemente utilizados na estimativa da resistência não-drenada de depósitos de argilas moles devido à simplicidade do equipamento, rapidez de execução e baixo custo. A velocidade de deformação em ensaios de palheta de campo é, geralmente, de 6º/min. Contudo, os resultados destes ensaios são influenciados por vários fatores e, dentre eles, a velocidade de rotação pode ser considerada um dos mais importantes. Sob condições não-drenadas, os materiais argilosos apresentam ganho de resistência não-drenada com o aumento da velocidade de cisalhamento, resultante da viscosidade da água adsorvida nas partículas de solo. Como o ensaio de palheta tem sido cada vez mais utilizado para estimar a resistência não-drenada de outros solos de granulometria fina, como siltes, resíduos de mineração entre outros, é preciso ter cautela na interpretação dos resultados nestes materiais, pois a utilização da velocidade padrão de campo pode levar à ocorrência de drenagem parcial durante o cisalhamento e, nestes casos, os solos apresentam resistência e rigidez maiores que sob condições não-drenadas. Desta forma, o objetivo deste trabalho consiste na avaliação da influência da velocidade de rotação do ensaio de palheta na resistência dos solos. Foram realizados ensaios de palheta, utilizando palhetas de 20,2, 25,5 e 40,0 mm de diâmetro e com relação altura-diâmetro igual a 2 a velocidades de rotação de 0,68 a 10800o/min, utilizando três misturas compostas por 85% caulim e 15% bentonita com 100, 130% e 160% de umidade (argilosas), uma mistura composta por caulim puro a 50% de umidade (silte) e uma mistura composta por 60% caulim e 40% areia com 40% de umidade (silte). A partir dos resultados dos ensaios de palheta, observou-se que a resistência não-drenada aumenta com a velocidade, sob condições não-drenadas, tanto para os solos argilosos quanto para os siltosos. A resistência não-drenada também é influenciada pelo diâmetro da palheta e pelo índice de vazios do solo, e consequentemente pelo seu teor de umidade. A resposta viscosa dos ensaios de palheta ao longo de toda a faixa não-drenada pode ser descrita por uma equação potencial (para valores de velocidade adimensional maiores que 10). Os solos siltosos, especialmente a argila misturada com areia, também apresentam aumento de resistência com o aumento da velocidade, sob condições não-drenadas, mais pronunciado que para os solos argilosos. Entretanto, a pequenas velocidades, uma parcela do excesso de poro pressão gerado durante a rotação da palheta foi dissipado, ocasionando efeitos de drenagem parcial durante o cisalhamento. O torque medido durante os ensaios é influenciado pelas dimensões da palheta. Porém, não foi verificada qualquer tendência de variação na resistência normalizada (T/Tref) decorrente das dimensões da palheta. A velocidade normalizada (V) considera diretamente, além da velocidade, a geometria da palheta e o coeficiente de adensamento do solo e reflete os efeitos de permeabilidade, rigidez e velocidade de cisalhamento, fatores que também… Advisors/Committee Members: Schnaid, Fernando.

Subjects/Keywords: Ensaios de palheta; Shear rate; Drainage conditions; Cisalhamento; Solo argiloso; Viscous effects; Vane tests; Clays

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APA (6th Edition):

Gauer, E. A. (2015). Efeitos de velocidade em ensaios de palheta. (Thesis). Universidade do Rio Grande do Sul. Retrieved from http://hdl.handle.net/10183/130156

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Gauer, Emanuele Amanda. “Efeitos de velocidade em ensaios de palheta.” 2015. Thesis, Universidade do Rio Grande do Sul. Accessed November 18, 2019. http://hdl.handle.net/10183/130156.

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MLA Handbook (7th Edition):

Gauer, Emanuele Amanda. “Efeitos de velocidade em ensaios de palheta.” 2015. Web. 18 Nov 2019.

Vancouver:

Gauer EA. Efeitos de velocidade em ensaios de palheta. [Internet] [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2015. [cited 2019 Nov 18]. Available from: http://hdl.handle.net/10183/130156.

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Council of Science Editors:

Gauer EA. Efeitos de velocidade em ensaios de palheta. [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2015. Available from: http://hdl.handle.net/10183/130156

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Universidade do Rio Grande do Sul

2. Fayolle, Adrien Marie. Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente.

Degree: 2016, Universidade do Rio Grande do Sul

O ensaio de palheta de campo em material siltoso levanta problemáticas relacionadas à sua execução e à interpretação dos resultados. O presente trabalho apresenta uma modelagem em poroelasticidade do ensaio de palheta. O modelo de ensaio é definido pelo problema de rotação de um cilindro infinito em um solo poroso. A solução do problema é buscada adotando um comportamento poroelástico não linear fictício tal que a resposta é localmente equivalente àquela do comportamento plástico perfeito. O modelo considera que a rotação do cilindro gera deformações volumétricas não desprezíveis e que a solução fechada de poropressão é garantida por um módulo de cisalhamento equivalente. As soluções do campo de tensões e deformações descritas por equações analíticas são obtidas numericamente por meio do método de diferenças finitas. O modelo é avaliado através de uma comparação com os resultados de simulação em elementos finitos e de solução do modelo com o uso de software de álgebra computacional. Os critérios de Tresca e de Drucker-Prager são considerados nas avaliações. As condições de drenagem foram estudadas através da curva característica de drenagem no espação grau de drenagem U versus velocidade normalizada V. A influência da rigidez e da resistência do material sobre o fenômeno de dissipação foram interpretados no mesmo espaço U ×V . Também foi demonstrado que a dissipação é sensível à definição da zona de influência. O parâmetro numérico de discretização do domínio para o método de diferenças finitas para a obtenção de resultados de boa precisão foi identificado. O modelo foi aplicado para a modelagem do ensaio de palheta em resíduo de zinco e para a interpretação dos resultados desse ensaio. Demonstrou-se que o modelo proposto permite a identificações dos padrões de ensaio que garantem os comportamentos desejados, além de possibilitar o estudo da sensibilidade do processo de dissipação em relação à rigidez e resistência do material.

The Field Vane Test in silty materials raises problematics related to its execution and interpretation of results. The work presents a model for the vane test based on poroelasticity. The modeling of the test is characterized by the problem of the rotation of an infinite cylinder in a porous soil. The solution of the problem is sought by adopting a fictitious non-linear poroelastic behavior such that the answer is locally equivalent to the one corresponding to a perfect plastic behavior. The revised model assumes that rotation of the cylinder does generate volumetric deformation which one is not negligible and the close form of solution for pore pressure is guaranteed by an equivalent shear modulus. The solutions of stresses and displacement field are obtained numerically using the finite difference method. The model is evaluated for materials characterized by two criteria Tresca and Drucker-Prager through a comparison of results obtained by simulation in finite element model and by simulation using computer algebra software. The drainage conditions have been studied through the drainage…

Advisors/Committee Members: Maghous, Samir.

Subjects/Keywords: Ensaios de palheta; Nonlinear poroelasticity; Transient flow; Drenagem (Engenharia); Mecanica dos solos; Field vane test; Drainage characteristic

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APA (6th Edition):

Fayolle, A. M. (2016). Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente. (Thesis). Universidade do Rio Grande do Sul. Retrieved from http://hdl.handle.net/10183/147760

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Fayolle, Adrien Marie. “Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente.” 2016. Thesis, Universidade do Rio Grande do Sul. Accessed November 18, 2019. http://hdl.handle.net/10183/147760.

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MLA Handbook (7th Edition):

Fayolle, Adrien Marie. “Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente.” 2016. Web. 18 Nov 2019.

Vancouver:

Fayolle AM. Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente. [Internet] [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2016. [cited 2019 Nov 18]. Available from: http://hdl.handle.net/10183/147760.

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

Council of Science Editors:

Fayolle AM. Análise poroelástica não linear do vane test em regime de fluxo transiente. [Thesis]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2016. Available from: http://hdl.handle.net/10183/147760

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

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