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You searched for subject:(Disploidia). Showing records 1 – 3 of 3 total matches.

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1. Fonsêca, Artur Fellipe de Andrade. Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) .

Degree: 2014, Universidade Federal de Pernambuco

O gênero Phaseolus L. tem como principal representante o feijão comum (P. vulgaris), mundialmente conhecido por sua importância econômica. A espécie possui 22 cromossomos pequenos (1,7 a 2,4 μm), contendo grandes blocos heterocromáticos pericentroméricos e subteloméricos. Além do feijão comum, o gênero possui outras quatro espécies de importância econômica, em um total de aproximadamente 75 espécies, todas neotropicais. Em sua maioria apresentam 2n = 22 cromossomos, entretanto, três espécies do grupo Leptostachyus apresentam 2n = 20. Com o objetivo de entender a organização da cromatina e a causa da disploidia descendente no gênero, o presente estudo utilizou imunocoloração e hibridização in situ fluorescente (FISH) em P. vulgaris e P. leptostachyus. As marcas epigenéticas para histonas modificadas e DNA revelaram que H3K4me3 e H4K5ac (trimetilação na lisina 4 da histona H3 e acetilação na lisina 5 da histona H4), em geral, foram associadas às regiões eucromáticas, enquanto H3K27me1, H3K9me2 (mono- e dimetilação das lisinas 27 e 9, respectivamente) e 5mC (5-metilcitosina) às heterocromáticas. Sítios de DNAr 45S, regiões centroméricas e a maioria dos blocos heterocromáticos terminais foram hipometilados, incluindo um associado a um cluster de genes de resistência à antracnose. Não foi encontrada associação entre a regulação da atividade dos genes de resistência e as modificações da cromatina ao nível cromossômico. Além disso, diferentes domínios heterocromáticos que variaram quanto ao padrão epigenético foram observados, revelando a complexidade e heterogeneidade da heterocromatina no gênero. Em outra abordagem, utilizando a FISH de BACs cópia única em P. leptostachyus (2n = 20), foi revelado que uma inserção do cromossomo 10 no centrômero do cromossomo 11, associada a uma translocação com o braço longo do cromossomo 6 foram responsáveis pela disploidia descendente em Phaseolus. Seis translocações, até então inéditas para o gênero, e duas novas inversões cromossômicas foram evidenciadas, aparentemente sem relação direta com essa disploidia. Apesar da estabilidade cariotípica, até então observada no gênero, esse grande número de rearranjo demonstra que a taxa de alterações cromossômicas pode ser bastante variável mesmo numa pequena escala de tempo evolutivo. Advisors/Committee Members: Pedrosa-Harand, Andrea (advisor).

Subjects/Keywords: Phaseolus L.; Heterocromatina; Imunocoloração; Hibridização in situ fluorescente; Disploidia

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APA (6th Edition):

Fonsêca, A. F. d. A. (2014). Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) . (Thesis). Universidade Federal de Pernambuco. Retrieved from http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13914

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Fonsêca, Artur Fellipe de Andrade. “Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) .” 2014. Thesis, Universidade Federal de Pernambuco. Accessed December 01, 2020. http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13914.

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MLA Handbook (7th Edition):

Fonsêca, Artur Fellipe de Andrade. “Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) .” 2014. Web. 01 Dec 2020.

Vancouver:

Fonsêca AFdA. Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) . [Internet] [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2014. [cited 2020 Dec 01]. Available from: http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13914.

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Council of Science Editors:

Fonsêca AFdA. Evolução cromossômica, disploidia e epigenética no gênero Phaseolus L. (Fabaceae) . [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2014. Available from: http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13914

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2. Correia da Silva, Mario. Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira .

Degree: 2007, Universidade Federal de Pernambuco

A família Araceae pertence às monocotiledôneas estimando-se que inclua cerca de 3.500 espécies e 105 gêneros, com ampla distribuição mundial, exceto na Antártida. O gênero Anthurium Schott concentra o maior número de espécies (ca. de 800), seguido de Philodendron Schott que inclui cerca de 400 espécies, no qual concentra-se a maioria das análises deste trabalho. A presente avaliação inclui análises citogenéticas de 40 espécies da família Araceae, enquanto 19 espécies foram amostradas pela primeira vez através de marcadores moleculares (DNA Amplification Fingerprinting DAF). Coletas incluíram áreas de floresta amazônica (estados de Manaus e Pará) e de Mata Atlântica incluindo quatro estados brasileiros (Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Pernambuco). Para 32 espécies tratam-se das primeiras informações citológicas. O número cromossômico 2n=32 foi observado em 21 espécies, seguido por 2n=34 em oito espécies. O número 2n=30 foi observado apenas em quatro espécies, porém, o mais incomum foi o número 2n=46, observado numa única espécie. Quanto à morfologia cromossômica, observou-se uma conservação entre as populações da maioria das espécies estudadas, com predominância de pares submetacêntricos e metacêntricos, com poucos acrocêntricos. Com base nas atuais análises e em dados da literatura, a disploidia parece ser o principal mecanismo citoevolutivo, sobretudo em Philodendron, o qual pode ser considerado como um gênero paleopoliplóide. Em 13 espécies, a coloração com fluorocromos, antes ou após o tratamento para bandeamento C, evidenciou variações qualitativas (CMA3/DAPI e CB-CMA3 Palavras-chave: Araceae, Cromossomos, Disploidia, Hibridização, Fluorocromos, DNA Amplification Fingerprinting, UPGMA. /DAPI, respectivamente), quantitativas e de posição da heterocromatina constitutiva, revelando tratar-se de um importante marcador carioevolutivo. A impregnação argêntica revelou a variação da quantidade de nucléolos em quatro espécies, que apresentaram no máximo quatro, seis ou oito nucléolos. O presente trabalho apresenta também os primeiro dados com técnicas de bandeamento para Philodendron e Anthurium (e para a família Araceae), assim como hibridização in situ fluorescente (FISH) com sonda de DNAr 45S para A. gracile. Polimorfismos revelados pelo marcador DAF e analisados pelo método de UPGMA permitiram uma distinção entre os 16 taxa analisados, com níveis significativos de polimorfismo. Dendrogramas gerados por esta metodologia foram consistentes com informações taxonômicas e dados populacionais. As relações intra, interespecíficas e intergenéricas (Philodendron e Dieffenbachia) são discutidas, revelando possíveis tendências evolutivas Advisors/Committee Members: Maria Benko Iseppon, Ana (advisor).

Subjects/Keywords: Disploidia; Cromossomos; Araceae; Hibridização; Fluorocromos; DNA Amplification Fingerprinting; UPGMA

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APA (6th Edition):

Correia da Silva, M. (2007). Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira . (Thesis). Universidade Federal de Pernambuco. Retrieved from http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1350

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Correia da Silva, Mario. “Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira .” 2007. Thesis, Universidade Federal de Pernambuco. Accessed December 01, 2020. http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1350.

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MLA Handbook (7th Edition):

Correia da Silva, Mario. “Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira .” 2007. Web. 01 Dec 2020.

Vancouver:

Correia da Silva M. Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira . [Internet] [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2007. [cited 2020 Dec 01]. Available from: http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1350.

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Council of Science Editors:

Correia da Silva M. Caracterização genética de Araceae, com ênfase em espécies da Amazônia brasileira . [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2007. Available from: http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1350

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3. SANTOS, Tiago Ribeiro Barros dos. Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites .

Degree: 2016, Universidade Federal de Pernambuco

Cromossomos holocêntricos apresentam atividade cinetocórica difusa e essa organização favorece, em teoria, rápidas variações cromossômicas numéricas e o acúmulo de DNA satélite (DNAsat) predominantemente nas regiões terminais dos cromossomos. O gênero de plantas Rhynchospora (Cyperaceae), um dos diversos grupos com esse tipo cromossômico, apresenta espécies com cariótipos entre 2n = 4 e 2n = 58, cuja variação é atribuída à poliploidia e a eventos de quebra/fusão, levando a disploidias. Quanto à distribuição de DNAsat, o único relato até o momento revelou uma baixa proporção dessas sequências, com o único repeat identificado (Tyba) associado aos holocentrômeros. Com o intuito de entender como a estrutura centromérica difusa interfere na organização de sequências ao longo do cromossomo e na evolução do cariótipo como um todo, foram realizadas uma análise de reconstrução dos números cromossômicos ancestrais de Rhynchospora em um contexto filogenético e a caracterização de DNAsats em três espécies do gênero. O complemento cromossômico 2n = 10 foi indicado como o mais provável para o ancestral do gênero, tendo sido mantido em diferentes taxa. A maioria dos clados mostrou números estáveis e a homoplasia de cariótipos foi observada em uma frequência relativamente baixa. Os genomas de R. ciliata/R. globosa e R. tenuis apresentaram duas e uma família(s) de DNAsat, respectivamente, com um padrão de condensação típico (blocos condensados em intérfase). Uma localização preferencial nos terminais cromossômicos foi observada apenas para os DNAsat de R. globosa. Três tipos de cromatina foram revelados pela distribuição dessas sequências: (1) associadas à heterocromatina e presente na forma de cromocentros em intérfase e blocos nos cromossomos metafásicos (R. ciliata e R. globosa); (2) compactados em interfase mas parcialmente descondensados em metáfase e não diretamente associados à heterocromatina (R. ciliata e R. tenuis); ou (3) associados aos holocentrômeros (R. ciliata e R. tenuis). De forma geral em Rhynchospora, os eventos de fusão e fissão parecem atuar localmente no remodelamento dos cariótipos e as sequências satélites não mostram uma tendência única de distribuição. A estrutura centromérica difusa, portanto, não determina em larga escala a dinâmica evolutiva dos cromossomos do gênero. Advisors/Committee Members: PEDROSA-HARAND, Andrea (advisor), VANZELA, André L. L (advisor).

Subjects/Keywords: conteúdo de DNA, cromossomos holocêntricos, disploidia, DNA ribossomal, DNA satélite, fissão, fusão, poliploidia, reconstrução de número cromossômico; DNA C-value, dysploidy, polyploidy, chromosome number reconstruction, holocentric chromosomes, fusion, fission, ribosomal DNA, satellite DNA

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APA (6th Edition):

SANTOS, T. R. B. d. (2016). Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites . (Thesis). Universidade Federal de Pernambuco. Retrieved from https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17678

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SANTOS, Tiago Ribeiro Barros dos. “Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites .” 2016. Thesis, Universidade Federal de Pernambuco. Accessed December 01, 2020. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17678.

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SANTOS, Tiago Ribeiro Barros dos. “Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites .” 2016. Web. 01 Dec 2020.

Vancouver:

SANTOS TRBd. Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites . [Internet] [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2016. [cited 2020 Dec 01]. Available from: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17678.

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Council of Science Editors:

SANTOS TRBd. Os cromossomos holocêntricos de rhynchospora vahl (cyperaceae): Evolução cariotípica e diversidade de sequências satélites . [Thesis]. Universidade Federal de Pernambuco; 2016. Available from: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17678

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