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1. Mari, Maikel Lamego Guimarães. Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth.

Degree: 2014, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Foram realizados levantamentos de epífitas vasculares em três áreas de campinarana, onde foram inventariadas epífitas em 36 forófitos (Aldina heterophylla Spruce ex Benth.), 12 em cada área, com DAP ≥ 20cm, e 360 arvoretas, 10 no entorno de cada forófito, com DAP ≤ 10cm. Nos levantamentos foram anotadas as zonas de ocorrência das epífitas: Zona 1 – parte basal do fuste (0-2m); Zona 2 – fuste até a primeira ramificação, desconsiderando ramos isolados abaixo da copa. Também dividida em zona úmida (2a) e zona seca (2b); Zona 3 – parte basal dos ramos grandes (primeiro terço) até primeira ramificação; Zona 4 – Segundo terço dos ramos; Zona 5 – Terço externo do comprimento dos ramos, para os forófitos de maior diâmetro; enquanto a ocorrência nas arvoretas foi considerada uma zona distinta, Zona S. Foram calculados parâmetros estruturais e a dimensionalidade da composição de espécies de epífitas entre forófitos foi reduzida pela Análise de Coordenadas Principais (PCoA). Os efeitos de sítio, zona e estatura (razão dap:alt) do forófito sobre os atributos da comunidade (riqueza, diversidade e composição florística) foram testados através de modelos de ANCOVA hierárquica, com zona aninhada dentro de sítio e a razão DAP:altura como co-variável. Nos resultados dos levantamentos dos 36 forófitos principais foram registradas 5922 epífitas, distribuídas em oito famílias, 34 gêneros e 71 espécies. As monocotiledôneas foram representadas por quatro famílias e 62 espécies (87,3%), enquanto as eudicotiledôneas por duas famílias e três espécies (4,2%) e as pteridófitas por duas famílias e seis espécies (8,4%). Nas arvoretas foram registradas 612 epífitas, distribuídas em cinco famílias, 24 gêneros e 38 espécies. As três espécies mais importantes pelo VIE foram respectivamente: Elaphoglossum glabellum (10,3%), Elaphoglossum auricomum (6,4%) e Camaridium ochroleucum (6,2%). As maiores densidades de epífitas ocorreram nas zonas de copa (3, 4 e 5), estando na zona 3 o maior número de indivíduos. A composição florística entre A. heterophylla e arvoretas foi pouco similar, com apenas duas espécies (em 73) ocorrendo exclusivamente em arvoretas. A proporção da variância atribuída aos dois fatores hierárquicos e à covariável conjuntamente diferiu para os diferentes atributos da comunidade e o nível de explicação dos fatores hierárquicos individualmente diferiu entre os atributos. Para a composição de epífitas (PCoA eixo 1 e eixo 2), 73-78% da variância foi explicada por sítio, zona e a razão DAP x altura. Neste caso, os dois primeiros foram altamente significativos, com zona explicando a maior parte da variação ao longo do gradiente de composição definido pelo eixo 1 da PCoA e, ao contrário, sítio explicou a maior parte da variação ao longo do eixo 2 da PCoA, explicando significativamente também a diversidade (Alpha de Fisher), enquanto a riqueza de espécies foi melhor explicada por zona. O estrato epifítico das três campinaranas investigadas se mostrou bastante distinto entre áreas e houve uma clara separação na composição florística entre as… Advisors/Committee Members: Zartman, Charles Eugene, Soares, Maria de Lourdes da Costa.

Subjects/Keywords: Epífitas; Aldina heterophylla; Estratificação vertical; Campinarana; BOTANICA::TAXONOMIA VEGETAL

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APA (6th Edition):

Mari, M. L. G. (2014). Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth. (Masters Thesis). Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Retrieved from http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/1782

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Mari, Maikel Lamego Guimarães. “Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth.” 2014. Masters Thesis, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Accessed September 22, 2020. http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/1782.

MLA Handbook (7th Edition):

Mari, Maikel Lamego Guimarães. “Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth.” 2014. Web. 22 Sep 2020.

Vancouver:

Mari MLG. Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth. [Internet] [Masters thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2014. [cited 2020 Sep 22]. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/1782.

Council of Science Editors:

Mari MLG. Levantamento florístico e distribuição vertical de epífitas vasculares sobre Aldina heterophylla Spruce ex Benth. [Masters Thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2014. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/1782

2. Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.

Degree: 2009, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

O bioma Amazônico é caracterizado por uma grande variabilidade de paisagens e tipos florestais, dentre eles a Campina (CP) e Campinarana (CR). A CP representa uma paisagem de vegetação de porte baixo (3-4m), aberta e escleromórfica, em solos arenosos oligotróficos, CR por uma paisagem menos aberta, com porte médio (10-15 m) em solos arenosos com a presença de grande quantidade de serrapilheira. Muitas dúvidas a respeito da dinâmica do gradiente vegetal CP, CR e Floresta Ombrófila (FO) ainda persistem. Assim, diante destas incertezas pode-se propor que as possíveis mudanças climáticas globais, que prevê aumento da temperatura e mudança dos regimes pluviométricos já nas próximas décadas, podem alterar a dinâmica deste gradiente. Neste contexto este trabalho teve como objetivo geral analisar aspectos ecofisiológicos de Aldina heterophylla, presente ao longo de todo o gradiente CP-CR-FO, investigando o efeito de fatores abióticos, como luz, água e nutrientes, em folhas maduras de indivíduos adultos. Para tanto, análises anatômicas, fisiológicas e bioquímicas foram realizadas. O trabalho de campo foi desenvolvido na Reserva Biológica de Campina do INPA, localizada no km 60 da rodovia BR-174, Manaus - Boa Vista (2º 34'S; 60º 02'W). Os resultados demonstraram que os indivíduos de A. heterephylla na CR estão mais vulneráveis as flutuações microclimáticas, fato observado principalmente pelo índice de desempenho do fotossistema II. Por outro lado, observou-se que os indivíduos na CP apresentam alta capacidade de aclimatação a altas irradiâncias e temperatura. Adicionalmente, verificou-se que as diferenças morfológicas observadas entre as árvores de A. heterophylla nas diferentes formações, principalmente quanto à estatura, pode ser reflexo das taxas respiratórias, maiores para CP, que implica em um menor acúmulo de biomassa, e menor para FO, que resulta em maior acúmulo. Ao longo do gradiente A. heterophylla apresentou diferentes estratégias quanto à utilização da água. Na FO os indivíduos estão mais aclimatados as menores disponibilidades hídricas, utilizando mais eficientemente este recurso, e na CP utilizam-se deste recurso possivelmente para evitar situações de fotodano. Na CR apresentaram um menor desempenho na utilização deste recurso. A variação nutricional no solo foi grande entre as profundidades analisadas, aspecto demonstra grande importância da serrapilheira na disponibilidade de nutrientes. Apesar das grandes diferenças observadas quanto aos teores de nitrogênio foliar, estas não influenciaram nas respostas fotossintéticas, que demonstra alta plasticidade fisiológica para a espécie, podendo ser comprovada pela alta eficiência na utilização de nitrogênio principalmente na CP. Características morfológicas foram moduladas possivelmente pelas variações microclimáticas e edáficas, como observado na área foliar, área foliar específica e possivelmente na ontogenia do parênquima paliçádico e lacunoso. Dessa forma conclui-se que a menor capacidade de aclimatação dos indivíduos de CR pode reduzir sua ocorrência nestas áreas… Advisors/Committee Members: Gonçalves, José Francisco de Carvalho, Cuzzuol, Geraldo Rogerio Faustini, Oliveira, Rafael Silva, Lobo, Francisco de Almeida, Buckeridge, Marcos Silveira, Buckeridge, Marcos Silveira.

Subjects/Keywords: Aldina heterophylla; Morfologia; Ecofisiologia; Fotossíntese; Campina Amazônia; Campinarana Amazônia; Mudanças climáticas; CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA

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APA (6th Edition):

Rodrigues, J. V. F. C. (2009). Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. (Masters Thesis). Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Retrieved from http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/996

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. “Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.” 2009. Masters Thesis, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Accessed September 22, 2020. http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/996.

MLA Handbook (7th Edition):

Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. “Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.” 2009. Web. 22 Sep 2020.

Vancouver:

Rodrigues JVFC. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. [Internet] [Masters thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2009. [cited 2020 Sep 22]. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/996.

Council of Science Editors:

Rodrigues JVFC. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. [Masters Thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2009. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/996

3. Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.

Degree: 2009, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

O bioma Amazônico é caracterizado por uma grande variabilidade de paisagens e tipos florestais, dentre eles a Campina (CP) e Campinarana (CR). A CP representa uma paisagem de vegetação de porte baixo (3-4m), aberta e escleromórfica, em solos arenosos oligotróficos, CR por uma paisagem menos aberta, com porte médio (10-15 m) em solos arenosos com a presença de grande quantidade de serrapilheira. Muitas dúvidas a respeito da dinâmica do gradiente vegetal CP, CR e Floresta Ombrófila (FO) ainda persistem. Assim, diante destas incertezas pode-se propor que as possíveis mudanças climáticas globais, que prevê aumento da temperatura e mudança dos regimes pluviométricos já nas próximas décadas, podem alterar a dinâmica deste gradiente. Neste contexto este trabalho teve como objetivo geral analisar aspectos ecofisiológicos de Aldina heterophylla, presente ao longo de todo o gradiente CP-CR-FO, investigando o efeito de fatores abióticos, como luz, água e nutrientes, em folhas maduras de indivíduos adultos. Para tanto, análises anatômicas, fisiológicas e bioquímicas foram realizadas. O trabalho de campo foi desenvolvido na Reserva Biológica de Campina do INPA, localizada no km 60 da rodovia BR-174, Manaus - Boa Vista (2º 34'S; 60º 02'W). Os resultados demonstraram que os indivíduos de A. heterephylla na CR estão mais vulneráveis as flutuações microclimáticas, fato observado principalmente pelo índice de desempenho do fotossistema II. Por outro lado, observou-se que os indivíduos na CP apresentam alta capacidade de aclimatação a altas irradiâncias e temperatura. Adicionalmente, verificou-se que as diferenças morfológicas observadas entre as árvores de A. heterophylla nas diferentes formações, principalmente quanto à estatura, pode ser reflexo das taxas respiratórias, maiores para CP, que implica em um menor acúmulo de biomassa, e menor para FO, que resulta em maior acúmulo. Ao longo do gradiente A. heterophylla apresentou diferentes estratégias quanto à utilização da água. Na FO os indivíduos estão mais aclimatados as menores disponibilidades hídricas, utilizando mais eficientemente este recurso, e na CP utilizam-se deste recurso possivelmente para evitar situações de fotodano. Na CR apresentaram um menor desempenho na utilização deste recurso. A variação nutricional no solo foi grande entre as profundidades analisadas, aspecto demonstra grande importância da serrapilheira na disponibilidade de nutrientes. Apesar das grandes diferenças observadas quanto aos teores de nitrogênio foliar, estas não influenciaram nas respostas fotossintéticas, que demonstra alta plasticidade fisiológica para a espécie, podendo ser comprovada pela alta eficiência na utilização de nitrogênio principalmente na CP. Características morfológicas foram moduladas possivelmente pelas variações microclimáticas e edáficas, como observado na área foliar, área foliar específica e possivelmente na ontogenia do parênquima paliçádico e lacunoso. Dessa forma conclui-se que a menor capacidade de aclimatação dos indivíduos de CR pode reduzir sua ocorrência nestas áreas… Advisors/Committee Members: Gonçalves, José Francisco de Carvalho, Cuzzuol, Geraldo Rogerio Faustini, Oliveira, Rafael Silva, Lobo, Francisco de Almeida, Buckeridge, Marcos Silveira, Buckeridge, Marcos Silveira.

Subjects/Keywords: Aldina heterophylla; Morfologia; Ecofisiologia; Fotossíntese; Campina Amazônia; Campinarana Amazônia; Mudanças climáticas; CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA

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APA (6th Edition):

Rodrigues, J. V. F. C. (2009). Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. (Masters Thesis). Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Retrieved from http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/963

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. “Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.” 2009. Masters Thesis, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Accessed September 22, 2020. http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/963.

MLA Handbook (7th Edition):

Rodrigues, João Victor Figueiredo Cardoso. “Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central.” 2009. Web. 22 Sep 2020.

Vancouver:

Rodrigues JVFC. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. [Internet] [Masters thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2009. [cited 2020 Sep 22]. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/963.

Council of Science Editors:

Rodrigues JVFC. Ecofisiologia de Aldina heterophylla Spruce Ex Benth em um gradiente vegetacional na Amazônia Central. [Masters Thesis]. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; 2009. Available from: http://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/963

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