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You searched for +publisher:"University of São Paulo" +contributor:("Macedo, Carolina Sales Vieira"). Showing records 1 – 2 of 2 total matches.

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1. Melo, Anderson Sanches de. Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?.

Degree: Mestrado, Ginecologia e Obstetrícia, 2009, University of São Paulo

Introdução:A história natural da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) tem início durante a fase do crescimento fetal, que é umperíodo em que ocorre a diferenciação e a maturação funcional dos órgãos e tecidos. Quando surgem condições adversas durante a vida fetal, existe predomínio do processo catabólico, que promove a restriçãode crescimento intra-útero e o nascimento de recém-nascidos (RN) pequenos para a idade gestacional (PIG). Durante esta fase de hipoxemia fetal crônica, surgem alterações na expressão gênica de proteínas nucleares (reprogramação fetal) que poderão codificar manifestações fenotípicas na vida adulta, a depender das células que foram acometidas. Este processo, associado à predisposição genética e aos fatores ambientais, pode favorecer o surgimento da SOP. Objetivo:Avaliar se os RN de termo PIG (femininos) têm maior prevalência de SOP na idade adulta quando comparados aos RN Adequados para Idade Gestacional (AIG) na população da coorte de indivíduos nascidos em Ribeirão Preto durante o período de 31.05.1978 e 01.06.1979. Casuística e Métodos:Foram convocadas 440 mulheres de novembro/2007 à outubro/2008 para avaliação de repercussões reprodutivase metabólicas no menacme. Deste total, concordaram em participar da pesquisa 355 pacientes (268 AIG e 87 PIG), sendo que 138 AIGs e 37 PIGs foram excluídas devido ao uso de anticoncepcional hormonal (97) e pela presença de gestação ou amamentação (78). Todas as mulheres foram submetidas à anamnese (com avaliação da idade, das características do ciclo menstrual, dos sinais/sintomas do hiperandrogenismo, do peso, da altura e do índice de massa corpórea). Realizamos a dosagem hormonal (FSH, LH, prolactina, testosterona, DHEAS, 17-OH progesterona, insulina), a avaliação bioquímica (lipidograma, glicemia e teste de tolerância oral com 75 gramas de glicose), a SHBG e a ultra-sonografia pélvica para definição do diagnóstico de SOP. Também avaliamos o índice de androgênios livres (FAI),a resistência insulínica (RI) (através do HOMA) e a prevalência da síndrome metabólica (SMET). A coleta foi realizada entre o terceiro e o quinto dia do ciclo menstrual, após jejum de 12 horas. Resultados:a prevalência de SOP foi mais elevada no grupo PIG (32%) do que em mulheres do grupo AIG (13,8%), com risco relativo de 2,02 (IC95%: 1,27 - 3,21, p=0,0097) . Em relação aos critérios de SOP,a irregularidade menstrual (PIG: 51% vs AIG: 25,4%, p=0,0012) e o hiperandrogenismo (PIG: 41,2% vs AIG:22,3%, p=0,01) foram mais elevados nas pacientes PIG. Já a ultrassonografia, os exames bioquímicos, o FAI, e a avaliação hormonal não apresentaram diferenças significativas entre os grupos. Também não houve diferenças entre os grupos em relação às prevalências de SMET e RI. Conclusão: Mulheres PIG ao nascimento representam um grupo de risco para o desenvolvimento da SOP durante o menacme. Estudos de seguimento destas mulheres devem ser realizados para avaliar a relação do pesoao nascer com a prevalência de doenças cardiovasculares e metabólicas ao longo da… Advisors/Committee Members: Macedo, Carolina Sales Vieira.

Subjects/Keywords: Anovulação crônica; Hiperandrogenismo; Hyperandrogenism; Pequeno para a idade gestacional; Polycystic ovary syndrome; Reprogramação fetal; Reprogramming fetal Chronic anovulation; Síndrome dos ovários policísticos; Small for gestational age

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APA · Chicago · MLA · Vancouver · CSE | Export to Zotero / EndNote / Reference Manager

APA (6th Edition):

Melo, A. S. d. (2009). Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?. (Masters Thesis). University of São Paulo. Retrieved from http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-165328/ ;

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Melo, Anderson Sanches de. “Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?.” 2009. Masters Thesis, University of São Paulo. Accessed November 17, 2019. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-165328/ ;.

MLA Handbook (7th Edition):

Melo, Anderson Sanches de. “Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?.” 2009. Web. 17 Nov 2019.

Vancouver:

Melo ASd. Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?. [Internet] [Masters thesis]. University of São Paulo; 2009. [cited 2019 Nov 17]. Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-165328/ ;.

Council of Science Editors:

Melo ASd. Peso ao nascimento e Síndrome dos Ovários Policísticos: mais uma associação tardia dentro da reprogramação fetal?. [Masters Thesis]. University of São Paulo; 2009. Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-165328/ ;

2. Brito, Milena Bastos. Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias.

Degree: Mestrado, Ginecologia e Obstetrícia, 2009, University of São Paulo

Os contraceptivos de progestagênios isolados, como o implante de etonogestrel, representam uma opção para uso no puerpério. Classicamente, recomenda-se seu uso, a partir da sexta semana após o parto, mas sabe-se que para um grupo de pacientes de risco para curtos intervalos intergestacionais (com baixa adesão ou pouco acesso às orientações contraceptivas neste período), os mesmos podem ser prescritos no puerpério imediato. Porém, mais estudos são necessários para avaliar a segurança materna e neonatal/infantil do implante de etonogestrel (ETG), quando inserido no puerpério imediato. O objetivo do presente estudo foi avaliar dados de segurança materna (clínicos e metabólicos) e neonatal (clínicos) do uso do implante de ETG no puerpério imediato, durante as primeiras 12 semanas após o parto. Foram randomizadas 40 pacientes, entre 18-35 anos, no Ambulatório de Pré-Natal de Baixo Risco do HCFMRP-USP, para dois grupos: 20 para uso doimplante liberador de etonogestrel (ETG), inserido 24-48 horas após o parto; e 20 para uso de 150 mg de acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMP-D), a partir da 6ª semana de puerpério (grupo de controle). Os parâmetros clínicos avaliados foram: pressão arterial (PA), peso materno e neonatal, índice de massa corpórea (IMC), circunferência abdominal (CA) e taxa de manutenção de lactação até a 12ª segunda semanade puerpério. Os parâmetros laboratoriais avaliados foram: marcadores hepáticos (lesão e colestase): fosfatase alcalina (FA), gama-GT (?-GT), transaminase glutâmico-pirúvica (TGP),transaminase glutamínica oxalicética (TGO), bilirrubinas totais (BT), bilirrubina direta (BD), bilirrubina indireta (BI), albumina; marcadores inflamatórios: interleucina (IL)-6, fator de necrose tumoral alfa (TNF-?), proteína C reativa (PCR); lipidograma; hemograma e glicemia. As pacientes apresentavam características clínicase laboratoriais basais semelhantes. Observou-se redução do PA, triglicérides, LDL-colesterol, PCR, FA e elevação do peso dos recém-nascidos, da hemoglobina, plaquetas (mais pronunciada no grupo ETG) glicemia, TGP, BT, BD (mais pronunciada no grupo ETG), BI, albumina e durante as primeiras 12 semanas, em ambos os grupos, sem diferença entre eles. No entanto, o peso, IMC e CA reduziram-se mais no grupo ETG do que no grupo de controle entre o basal e a 6 a semana após o parto (ETG: - 4,64 ± 2,71Kg vs. controle: - 2,60 ± 2,45Kg, p=0,017; ETG: - 1,77 ± 1,06Kg/m 2 vs. controle: - 0,97 ± 0,95Kg/m 2 , p=0,026; ETG: -15,30 ± 6,72cm vs.controle: - 9,05 ± 5,84cm, p=0,003; respectivamente); os níveis de leucócitos apresentaram um aumento entre seis e 12 semanas no grupo de controle (ETG: - 440 ± 113céls/µL vs. controle: + 254 ± 377céls/µL, p= 0,005), com declínio entre o período basal e 12 semanas, semelhante em ambos os grupos; o nível de IL-6, apesar de declinar em ambos os grupos, apresentou variação estatisticamente maior entre o basal e 12 semanas no grupo ETG (ETG: -14,30 ± 20,33pg/mL vs.controle: - 6,09 ± 7,23pg/mL, p=0,035); os níveis de… Advisors/Committee Members: Macedo, Carolina Sales Vieira.

Subjects/Keywords: amamentação; breastfeeding; clinic; clínico; contracepção; contraception; Etonogestrel; etonogestrel; metabolic; metabólico; postpartum; puerpério

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APA (6th Edition):

Brito, M. B. (2009). Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias. (Masters Thesis). University of São Paulo. Retrieved from http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-170010/ ;

Chicago Manual of Style (16th Edition):

Brito, Milena Bastos. “Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias.” 2009. Masters Thesis, University of São Paulo. Accessed November 17, 2019. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-170010/ ;.

MLA Handbook (7th Edition):

Brito, Milena Bastos. “Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias.” 2009. Web. 17 Nov 2019.

Vancouver:

Brito MB. Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias. [Internet] [Masters thesis]. University of São Paulo; 2009. [cited 2019 Nov 17]. Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-170010/ ;.

Council of Science Editors:

Brito MB. Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias. [Masters Thesis]. University of São Paulo; 2009. Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-170010/ ;

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