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You searched for +publisher:"Universidade Estadual de Campinas" +contributor:("Sato, Ana Carla Kawazoe, 1980-"). Showing records 1 – 3 of 3 total matches.

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Universidade Estadual de Campinas

1. Silva, Karen Cristina Guedes, 1988-. Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais .

Degree: 2016, Universidade Estadual de Campinas

Resumo: Muitos efeitos benéficos à saúde são atribuídos ao consumo de alimentos funcionais, como probióticos e prebióticos. No entanto, para que os probióticos exerçam suas funções, devem resistir às condições de processamento, armazenamento e ao trato digestivo, visto que os probióticos são sensíveis à temperatura, acidez ou até mesmo oxigênio. Neste contexto, a produção de microcápsulas visa oferecer proteção e possibilitar a liberação controlada deste ativo no sítio de ação desejado. Este estudo objetivou a produção de microgéis de alginato e gelatina por gelificação iônica para proteção de probióticos ("Lactobacillus acidophilus"), assim como a avaliação da influência da adição de frutoligossacarídeos (FOS) na matriz de encapsulação. No estudo preliminar, foram analisadas características reológicas e morfológicas das formulações de alginato e gelatina com adição de FOS em concentrações variadas, a fim de otimizar a interação entre proteína, oligo e polissacarídeos, possibilitando a formação de sistemas com características reológicas desejáveis para utilização como modificadores de textura ou sistemas de encapsulação. A partir desses ensaios foi estabelecida a concentração de 3% de FOS, juntamente com alginato (1% m/v) e gelatina (1,5% m/v) para produção dos sistemas de encapsulação. Probiótico livre, microgéis probióticos e simbióticos foram adicionados em iogurte e avaliados quanto à viabilidade ao armazenamento (4°C), ao longo de 28 dias. A associação de probióticos e prebióticos promoveu maior sobrevivência dos "Lactobacillus acidophilus" ao longo do período de armazenamento. No ensaio in vitro das condições gastrointestinais, os microgéis de alginato e gelatina (AG) e alginato, gelatina e FOS 3% (F3) foram resistentes às condições gástricas, permanecendo íntegras e desintegraram-se em meio intestinal, liberando o material encapsulado no sitio de ação. A contagem dos probióticos livres apresentou maior redução ao longo da passagem pelo trato gástrico simulado. A avaliação das características morfológicas e físico-químicas mostrou que os microgéis foram eficientes para proteção dos microrganismos, garantindo a sobrevivência e viabilidade dos probióticos durante o processo de microencapsulação, resistência aos fluidos digestivos por simulação 'in vitro' e estabilidade ao armazenamento em condições controladas; Abstract: Many beneficial effects are attributed to the consumption of functional foods like prebiotics and probiotics. However, for probiotics exert their functions, they need resist the conditions of processing, storage and gastric conditions during passage through the stomach tract, since they are sensitive to temperature, acidity or oxygen. In this context, the production of microcapsules aims to provide protection and enable the controlled release of these compounds at the desired site of action. This study aimed to produce alginate and gelatin microcapsules by ionic gelation for probiotic protection ("Lactobacillus acidophilus"), as well as evaluating the influence of addition of… Advisors/Committee Members: Sato, Ana Carla Kawazoe, 1980- (advisor), Bonsanto, Fabiana Perrechil (committee member), Netto, Flávia Maria (committee member).

Subjects/Keywords: Microgéis; Gelificação iônica; Microestrutura; Reologia; Viabilidade

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APA (6th Edition):

Silva, Karen Cristina Guedes, 1. (2016). Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais . (Thesis). Universidade Estadual de Campinas. Retrieved from http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/305403

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Silva, Karen Cristina Guedes, 1988-. “Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais .” 2016. Thesis, Universidade Estadual de Campinas. Accessed July 19, 2019. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/305403.

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MLA Handbook (7th Edition):

Silva, Karen Cristina Guedes, 1988-. “Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais .” 2016. Web. 19 Jul 2019.

Vancouver:

Silva, Karen Cristina Guedes 1. Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais . [Internet] [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2016. [cited 2019 Jul 19]. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/305403.

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Council of Science Editors:

Silva, Karen Cristina Guedes 1. Produção de microgéis simbióticos de gelatina-alginato e simulação da liberação controlada em condições gastrointestinais . [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2016. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/305403

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Universidade Estadual de Campinas

2. Rodrigues, Camila Gonçalves, 1988-. Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação .

Degree: 2017, Universidade Estadual de Campinas

Resumo: Estudos sobre encapsulação vêm se tornando mais frequentes nos últimos anos. Mais recentemente o foco tem sido na proteção e liberação controlada de compostos que promovem benefícios à saúde e/ou que podem se degradar frente a condições adversas de processamento, armazenamento ou até mesmo durante a digestão. Dentre as estruturas para encapsulação, destacam-se as emulsões, que consistem na mistura de dois líquidos imiscíveis, com um dos líquidos disperso no outro na forma de gotas. Emulsões múltiplas formam uma estrutura composta do tipo água/óleo/água, que permite que cada uma dessas fases veicule um composto diferente. Entretanto essa estrutura formada é termodinamicamente instável, o que pode ser melhorado pelo uso de surfactantes, espessantes bem como uso de técnicas complementares como a gelificação iônica. Assim, o objetivo deste trabalho foi produzir microgéis para incorporação de compostos com funcionalidades distintas, a partir de emulsões múltiplas do tipo água/óleo/água. Tanto as emulsões quanto o microgel formado foram avaliados quanto a estabilidade, morfologia, reologia, tamanho de partícula e eficiência de encapsulação. Foi avaliada a concentração de surfactante para a emulsão primária, sendo que em todas as concentrações do surfactante poliglicerol polirricinoleato (PGPR) avaliadas foi possível formar emulsão do tipo Água/Óleo. Quanto ao processo, a velocidade de homogeneização foi o parâmetro mais relevante na produção de emulsões simples, sendo a melhor de 14500 rpm. Também foi avaliada a concentração de surfactante da fase externa, para produção de emulsões múltiplas do tipo Água1/Óleo/Água2. Foi avaliada também a influência do surfactante na fase interna fixando o surfactante da fase externa em 2%. A proporção de emulsão simples para múltipla foi avaliada em relação às propriedades mecânicas dos macrogéis e propriedades reológicas de microgéis nas dispersões em água. A melhor proporção foi a 3:7 mostrando-se eficiente para incorporar compostos, pois permite adicionar mais compostos na fase interna além de produzir emulsões mais estáveis. O microgel de emulsão múltipla mostrou-se eficiente para proteção dos compostos durante a digestão in vitro e estabilidade frente a diferentes pH; Abstract: Studies on encapsulation have become more frequent in recent years. More recently the focus has been on the protection and controlled release of compounds that promote health benefits and / or which may degrade under adverse conditions of processing, storage or even during digestion. Emulsions are one of the structures that may be used for encapsulation, and consist of mixing two immiscible liquids. Multiple emulsions are a composite structure of the water/oil/water, in which different compounds may be vehiculated in each of these phases. However, this structure is thermodynamically unstable, which can be improved by using surfactants, thickeners and other complementary techniques such as ionic gelation. Thus the objective of this work was to produce microgels from a multiple emulsion for the… Advisors/Committee Members: Sato, Ana Carla Kawazoe, 1980- (advisor), Bonsanto, Fabiana Perrechil (advisor), Soares, Ana Sílvia Prata (committee member), Cavallieri, Angelo Luiz Fazani (committee member).

Subjects/Keywords: Liberação controlada; Microencapsulação; Emulsões múltiplas

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APA (6th Edition):

Rodrigues, Camila Gonçalves, 1. (2017). Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação . (Thesis). Universidade Estadual de Campinas. Retrieved from http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/322830

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Rodrigues, Camila Gonçalves, 1988-. “Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação .” 2017. Thesis, Universidade Estadual de Campinas. Accessed July 19, 2019. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/322830.

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MLA Handbook (7th Edition):

Rodrigues, Camila Gonçalves, 1988-. “Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação .” 2017. Web. 19 Jul 2019.

Vancouver:

Rodrigues, Camila Gonçalves 1. Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação . [Internet] [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2017. [cited 2019 Jul 19]. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/322830.

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Council of Science Editors:

Rodrigues, Camila Gonçalves 1. Engenharia de partículas : emulsões múltiplas para coencapsulação . [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2017. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/322830

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Universidade Estadual de Campinas

3. Costa, Aline Álvares da Silva, 1985-. Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase .

Degree: 2011, Universidade Estadual de Campinas

Resumo: Proteínas são os biopolímeros mais amplamente utilizados nas formulações de emulsões alimentícias como agentes emulsificantes, por serem um aditivo seguro. Com o intuito de entender e melhorar as propriedades emulsificantes das proteínas, inicialmente foram estudadas as macroemulsões óleo-água (O/A) estabilizadas por caseinato de sódio (CN-Na), obtidas em um sistema rotor-estator, sob diferentes concentrações de proteína e condições de pH. Todas as macroemulsões apresentaram separação de fases, devido ao mecanismo de cremeação. Este processo de desestabilização foi reduzido quando existiu o aumento da viscosidade dos sistemas, obtido pela adição de maiores concentrações de proteína e pela redução do pH em direção ao ponto isoelétrico da proteína. Já a utilização da homogeneização a altas pressões promoveu a formação de emulsões cineticamente estáveis, não sendo observada separação de fases com 4% de CN-Na em nenhuma das condições de pH. De modo geral, as emulsões apresentaram comportamento pseudoplástico, com exceção das emulsões estabilizadas com 1% de proteína em pH 5, que se comportaram como fluido dilatante, e em pH 7, como fluido Newtoniano. A redução do pH para os sistemas com 1% de CN-Na levou à desestabilização das emulsões, devido à menor concentração de proteínas adsorvidas não permitirem uma estabilização eletrostática. Foi realizado um tratamento enzimático para melhorar a estabilização das emulsões que separaram de fases em pH ácido. Assim, géis de caseinato de sódio foram reticulados com lacase e ácido ferúlico e as propriedades mecânicas desses géis foram avaliadas. A adição de lacase mediada por ácido ferúlico resultou em géis mais rígidos, firmes e menos deformáveis. As melhores combinações foram selecionadas para o preparo de emulsões O/A estabilizadas com CN-Na com o objetivo de aumentar a estabilidade em pH ácido. O uso desse tratamento enzimático levou a modificações na estrutura da proteína e, com isso, mudanças nas suas propriedades funcionais, o que permitiu o aumento na estabilidade das emulsões. Em geral, essas emulsões tratadas enzimaticamente apresentaram-se mais estáveis, com distribuição de gotas menos polidispersa e com comportamento mais estruturado, apesar do aumento no diâmetro médio das gotas, variando entre 11,79 e 20,17 µm para emulsões em pH 3 contra 6,14 µm medido na emulsão controle (sem tratamento enzimático). Assim, o aumento na estabilidade dessas emulsões deve estar associado ao aumento da viscosidade, que promoveram estabilidade estérica aos sistemas. Portanto, os resultados mostram que foi possível a produção de emulsões ácidas com maior estabilidade a partir do caseinato de sódio, através do tratamento enzimático, originando emulsões com estruturas e propriedades reológicas diferenciadas em comparação com a proteína não reticulada; Abstract: Proteins are biopolymers widely used as a safe additive in the formulation of food emulsions as emulsifying agents. To understand and improve the emulsifying properties of sodium caseinate, initially oil-in-water… Advisors/Committee Members: Cunha, Rosiane Lopes da, 1967- (advisor), Cunha,, Rosiane Lopes da (advisor), Sato, Ana Carla Kawazoe, 1980- (advisor), Tonon, Renata Valeriano (committee member), Ushikubo, Fernanda Yumi (committee member).

Subjects/Keywords: Emulsões; Caseinato de sodio; Lacase; Reticulação; Estabilidade

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APA (6th Edition):

Costa, Aline Álvares da Silva, 1. (2011). Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase . (Thesis). Universidade Estadual de Campinas. Retrieved from http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/255574

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Chicago Manual of Style (16th Edition):

Costa, Aline Álvares da Silva, 1985-. “Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase .” 2011. Thesis, Universidade Estadual de Campinas. Accessed July 19, 2019. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/255574.

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MLA Handbook (7th Edition):

Costa, Aline Álvares da Silva, 1985-. “Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase .” 2011. Web. 19 Jul 2019.

Vancouver:

Costa, Aline Álvares da Silva 1. Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase . [Internet] [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2011. [cited 2019 Jul 19]. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/255574.

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Council of Science Editors:

Costa, Aline Álvares da Silva 1. Emulsões estabilizadas com caseinato de sódio = efeito do ph e a reticulação com lacase . [Thesis]. Universidade Estadual de Campinas; 2011. Available from: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/255574

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Not specified: Masters Thesis or Doctoral Dissertation

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